Gerenciamento de estresse: Práticas como
meditação, ioga, pilates e algumas técnicas de relaxamento
conseguem eliminar os níveis de cortisol no corpo e apagar
a tensão psicológica, o que impacta positivamente pela cautela da disfunção erétil de origem emocional.
Ansiedade e medo de falhar: O pânico de não conseguir
ter ou manter a ereção pode gerar um estágio de tensão
que intensifica ainda mais a dificuldade. Problemas psicológicos: Ansiedade de funcionamento, estresse e insegurança são capazes de prejudicar a atividade
erétil. Terapias psicológicas: Quando a causa
é fundamentalmente emocional, um acompanhamento com psicólogo ou psiquiatra podes acudir a cuidar
a amargura de funcionamento, depressão ou conflitos de relacionamento que agravam a disfunção erétil.
A prática regular de atividades físicas apresenta uma série de
privilégios que impactam diretamente a atividade erétil, principalmente ao melhorar a circulação sanguínea, aumentar os níveis de energia e restringir fatores de risco, como
o estresse, a amargura e a obesidade. Redução do estresse e
da preocupação: O estresse e a ansiedade são fatores psicológicos que podem cooperar para a disfunção erétil.
Ereções espontâneas: Se o homem tem ereções noturnas ou matinais normais, porém enfrenta
contrariedade só pela conexão sexual, poderá ser um indício de
que questões psicológicas (como aflição
de desempenho) estejam influenciando.